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Professores vs Alunos

March 20, 2008

Notícia de abertura do Jornal da Noite da TVI:

E ainda me perguntam porque é que não tenho esperança neste país… E se juntar-mos a este o outro filme da outra do hi5 é uma óptima geração que vai seguir a minha! E as notícias de alunos brilhantes que ganham concursos e essas coisa andam em vias de extinção… Se calhar um Salazar com uma mocidade portuguesa ou lá como foi está a ser pedido por estes putos que não sabem aproveitar o que está à sua disposição.

Deixo também uma nota em que muitos não devem pensar (e em parte, sim estou a defendê-la), mas a professora não tinha nada que lhe tirar o telemóvel. É um objecto privado e sem um mandato judicial a professora não tinha nada que o tirar. Tinha era de a tirar da aula se estava a perturbar o resto da turma. Se estivesse distraída a si própria das duas uma. Ou a deixava estar a perder a aula, ou então melhoraria a qualidade da aulas para atrair a atenção dos alunos.

Gostei também de ver o atraso dos colegas em resolver a situação. O espectáculo devia estar a ser engraçado (até deu um vídeo para o youtube!)...

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Mestrado em Ecologia

February 19, 2008

Ao contrário de certos novos pseudo-cursos, vejo que a minha faculdade anda a esmerar-se um pouco. Vai abrir agora uma Licenciatura e Mestrado em Design e Multimédia que era uma lacuna nesta área.

Soube também pelo Que Universidade?, um blog que sigo sobre a educação no nosso país, que vamos ter um Mestrado em Ecologia Aplicada. É uma óptima notícia, porque vamos trazer para o nosso país malta desta área, e porque gostava de ver mais resultados neste campo!

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Linguagem para caloiros

February 19, 2008

Ou, mais pomposamente, como o Nuno escreve: Primeiro contacto com programação por parte dos alunos do ensino superior. Ele defende os Haskell pelas suas razões. Cá eu, tenho uma opinião diferente, e quem me conhece destas bandas já o adivinhou: Python.

O meu curso até há uns tempos tem sido mais uma daquelas escolas horríveis de Java, mas com a remodelação para bolonha isso foi corrigido. Das quatro cadeiras de programação que temos, usamos Python, C, Java para as três primeiras e na quarta uma qualquer das anteriores (visto que se baseia apenas em algoritmos). Acho bem começar com Python. É uma linguagem de alto nível, que pela sua simplicidade serve perfeitamente para transmitir os conceitos básicos de ciclos, funções, recursividade, e dá aos alunos a capacidade de já poderem fazer programas e scripts que lhes sejam úteis no dia a dia. Depois é dado C para chegar a um nível mais baixo, que também é essencial saber. Depois na cadeira de POO damos Java, embora eu sugeria fortemente Ruby, mas nem é o que me preocupa mais.

Mas eu acho que está aqui uma coisa mal, a programação não devia ser ensinada no ensino superior, mas sim a nível do ensino secundário (e lá mais para a frente a nível do básico). Quem está na área científica, devia logo aprender a programar, porque o seu curso vai ter sempre uma cadeira de informática (ok, há umas poucas que não dentro da área da saúde) e ter capacidade de escrever um script em Python (ou uma outra) para automatizar o seu trabalho é sempre uma mais valia, e cada vez mais imprescindível. Já para economia, deviam saber trabalhar com bases de dados, mas se calhar também já estou a exagerar.

Estou também a ver se junto um grupo de alunos do 8º ano para lhes ensinar a programar, porque acredito que é essa a idade ideal. Linguagem? Python (ou IronPython). Depois mostro os resultados ;)

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The Average Joe

February 08, 2008

Following this two posts, I’ve found Steve Yegge’s Drunken Blog Rants™, a re-edition of his 2004–2005 blog posts that I recommend to every Computer Science guy.

I want to focus two of his posts. The first, The Five Essential Phone-Screen Questions, in which he recommends five topics on phone screen interviews and just like Daniel Tenner’s they are interesting from both student/employee and employer points of view. Are you even capable of giving the right answers?

The second one is about Being the Averagest and how most of the programmers are just average and don’t try to improve their skills, they just go as they need. An excellent read and it also gives you some interesting tips ;)

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Mundos Virtuais - social3dworlds

January 26, 2008

Tirei o dia de hoje para trabalhar num pequeno projecto que ando a planear há uns tempos, e já que ia decorrer o social 3d worlds, tencionava ir trabalhar para lá. Apesar de o assunto não me interessar assim tanto, acabei por nem trabalhar nada e estar bastante atento às apresentações.

As duas primeiras, da Beta Technologies eram apresentações do Second Life e de alguma programação lá dentro. Esta empresa tem trabalhos muito bons, em concepção de espaços no Second Life, embora eu continue na ideia que isto é hype e as empresas chegarão a descobrir que se calhar o Second Life não lhes interessa assim tanto.

O Tiago levantou uma pergunta interessante sobre a importação de outros formatos como o CAD ou 3D studio Max ou isso. Porquê aprender um novo sistema de modelação quando já existem alguns no qual os profissionais já se entendem? Para ganhar dinheiro em vender formação?

Depois do cofee break tivemos a apresentação do Marcos Marado que falou sobre a evolução dos mundos virtuais, com a sua origem mais remota em Tolkien e evoluindo por RPGs como o DnD (por acaso, malta de Coimbra que queira um joguinho, anyone?) e finalmente para os computadores pelos text-based MUDs. Hoje em dia podem já não ter uma componente de jogo tão grande, como é o caso do SecondLive ou do Sims Online e poderão dar origem a novos conceitos. Fica apenas uma nota assim pequenina que há um web-based MMORPG português de 2003 e outro de 2004 e se passares pelos créditos és capaz de reconhecer o puto de 13 anos. Ah, e não era o telemóvel, só se fosse o macbook…

Finalmente a Paula Simões que falou um pouco da sua investigação na aplicação de mundos virtuais ao e-Learning. Pessoalmente acredito muito mais em plataformas assíncronas como o Moodle, enquanto reuniões no SecondLife serão mais para ocasiões esporádicas, mas se se resumirem apenas ao IM, não vejo a vantagem em relação a um sistema de chat web-based. Há ainda muito que evoluir nesta área.

Foi um evento muito interessante, parabéns ao Pedro Santa e companhia e parece que a minha toread list aumentou :)

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What makes a good programmer?

January 12, 2008

A while ago I wrote a post in Portuguese about the lack of entrepreneurship and innovation among undergrads. I received a lot of comments from people complaining the fact that they didn’t do any projects apart from those required for school due to the lack of time and other excuses.

Well, here is a excellent, and I do agree with all of it about How to recognise a good programmer. If you are a business guy, you should definitely read this because it will sure help you when recruiting developers for your company. But I also see this post as a good reading for student who still have the time to learn from it. Here are some of the highlights for students like me:

I believe that good developers are always passionate about programming. Good developers would do some programming even if they weren’t being paid for it.
However, there’s a class of programmers that will (...) typically have learnt programming at university, and expect to get by on whatever skills they picked up there, plus whatever courses their company is willing to send them on. (...) A good programmer doesn’t need a training course to learn a new technology.
You wouldn’t look at them chattering away in the pub and think “what a bunch of geeks!” - at least until you approach a group and realise they’re talking about the best way to design a RESTful application with a heavy UI frontend.
I strongly believe that most good programmers will have a hidden iceberg or two like this that doesn’t appear on their CV or profile. Something they think isn’t really relevant, because it’s not “proper experience”, but which actually represents an awesome accomplishment. (...) “can you tell me about a personal project - even or especially one that’s completely irrelevant - that you did in your spare time, and that’s not on your CV?” If they can’t (unless their CV is 20 pages long), they’re probably not a good programmer.
Learning a new technology is one of the most fun things a programmer with any passion can do. So they’ll do it all the time, and accumulate a portfolio of things they’ve “played around with”.
(..) formal qualifications don’t mean squat when you’re trying to recognize a good programmer. Many good programmers will have a degree in Computer Science. Many won’t. Certifications, like MCSE or SCJP or the like, don’t mean anything either.

All I’ll make his my final words:

As a final note to this, in my experience most average or poor programmers start programming at university, for their Computer Science course. Most good programmers started programming long before, and the degree was just a natural continuation of their hobby. If your potential programmer didn’t do any programming before university, and all his experience starts when she got her first job, she’s probably not a good programmer.
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Mestrado em OpenSource? E porque não um doutoramento em Software Proprietário?

January 12, 2008

Sim, o título é irónico, não se preocupem. O Ricardo Carvalho divulgou a intenção do DCTI do ISCTE querer abrir um Mestrado em Opensource:

O Mestrado em Open Source Software propõe-se oferecer um curso de estudos aprofundados e especializados dedicado ao Software Open Source em geral, e sistema operativos abertos como o Linux, em particular.

Eu sinceramente não vejo a necessidade de se criar um Mestrado em Opensource. Não por o querer matar, ou ignorar ou sei lá o quê que sei que alguns de vós já estão a pensar. Mestrado em Engenharia de Software, em Interacção Homem-Máquina, em Redes de Informação, entre outros, são nomes de áreas gerais relacionadas com a informática. Enquanto OpenSource é apenas um modelo de negócio (se fosse filosofia, penso que seria Software Livre não?). Penso que não faz sentido criar um mestrado só para se aprender sobre software de código aberto e andar a aprender Linux. Num mestrado???

O que eu defendo é uma implementação oposta. Durante o curso as tecnologias usadas nas várias cadeiras seriam opensource. Isto porque dá a vantagem aos alunos de ver o que está por baixo e, caso o entendam, aumentar os seus conhecimentos naquela área em particular. Quando a Linux, para mim era o ideal para ser usado como exemplo na cadeira de Sistemas Operativos. Analisar como funciona olhando para o seu código (Não sei como é nas outras faculdades, mas na minha aprendemos apenas a usar a API dos sistemas UNIX no que toca a signals, threads, processos, pipes, memória partilhada…) Olhar para um já feito seria muito mais interessante e quem sabe até contribuir para ele.

Quanto a modelos de negócio opensource, penso que poderia muito bem ser uma cadeira opcional de mestrado, visto que é uma área em expansão poderia ser interessante para o currículo de alguém que queira seguir essa área.

Agora um mestrado só para isso? Sinceramente não vejo o motivo nem a vantagem…

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Miscellaneous Stuff II

January 07, 2008

I’ve been sick the last days. I caught a cold, and my head was about to explode any second. So, no work done at all and no decent post, only this random stuff I got in my google reader:

A programmer should not be a translator and in some of my informatics engineering courses, is what we do. We just translate the solution from portuguese to some programming language. I believe we should be the architects of our program and not just builders.

Tom Morris on the idiotic UN blasphemy resolution that is in fact idiotic since it goes against my freedom of will. And I’ve been in the situation where I get offended for being atheistic. I totally agree with him.

Rob Miles who I met in TechED, released his book on XNA 2.0. I should read it someday. And those who are interested in learning how to easily do a game, should go ahead and buy that book.

TurboGears is not dead! They are just learning from other frameworks like Django.

Oh and another thing: I am feeling pain in my wrists after about half an hour on the keyboard. I am really scared since what I believe will be my future is depending on my hands to code. Any idea what this should be? I already got one of those mousepads with a rest support for my wrist and I’m also using it in the keyboard sometimes… But I feel is not enough… Yeah, and I’m doing pauses now :(

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A Praxe...

November 29, 2007

Soube pela minha mãe que deu entrada hoje no hospital onde ela trabalha um rapaz da agrária que durante a praxe, se atirou para uma fossa (como lhe foi dito para fazer) e, felizmente não morreu, mas por causa de um problema na medula vai ficar tetraplégico.

Esta não é a primeira e, infelizmente, nem será a última vez que acontecem coisas destas e nem vou falar nas casualites da Queima e muito menos nas gravidezes indesejadas. Deixo uma mensagem para os caloiros: Vocês são pessoas com cérebro e não bestas como os doutores vos querem fazer pensar que são! Se gostam da praxe e alinhar nas brincadeiras aproveitem, mas vejam sempre o limite. Aproveito e deixo também uma mensagem aos senhores doutores: Pensem primeiro no sentido da praxe, de integrar os caloiros antes de qualquer praxe. Pela experiência que tenho, isto raramente acontece.

Já oiço as vozes de contestação dizerem “Ah, isso foi um idiota qualquer e a praxe não é assim, é uma coisa muito mais leve e tal….“ Eu não disse que eram todos assim, mas é um facto que estes casos acontecem (podem não ser tão extremos) e penso que já têm todos idade para terem juízo (tanto doutores como caloiros).

Eu cá não sou a favor da praxe. Acho que não faz sentido nenhum essas tretas que eles fazem de praxar os caloiros. Querem fazer os caloiros unirem-se através do medo que têm dos doutores, dizem eles… Penso que há maneiras bem mais inteligentes de integrar os caloiros e que eu tento praticar. Não é preciso pô-los de quatro na relva… Considero isso uma coisa inaceitável, mas se eles alinham, isso é lá com eles.

A praxe do meu departamento não é nada como no resto da Universidade de Coimbra e muito menos como na Agrária, acontece no primeiro dia e no jantar de curso e depois só quando alguém se lembra de vir trajado. Pois, o traje… A ideia de uniformes para não haver distinção entre os ricos e os pobres… Quando um traje é caro e ainda por cima é todo formal (camisa, colete, gravata e sapatos…) não dá vontade nenhuma de o comprar. Prefiro as minhas roupas confortáveis e que cada pessoa tenha o seu estilo. É bom a diferenciação!

Outra das coisas que não concordo é o facto de ter uma hierarquia consoante o número de matrículas. Não é por créditos feitos ou pelo ano em que andam, é pelo número de matrículas e o Chefe daquela seita estudantil é o Dux, um tipo com mais de 10 matrículas que ainda por cima tem um ordenado mais ou menos duvidoso da Associação Académica por ser Dux… Felizmente com as prescrições isto vai acabar.

Esta é só a minha opinião sobre a Praxe, se não concordam e até gostam, tudo bem, mas tenham cabecinha para não acontecerem mais casos destes por favor.

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Democracia...

November 24, 2007

Eu desde o 10º ano que sempre me meti em listas para associações de estudantes. Umas vezes ganhei, outras perdi, mas cheguei mesmo a Presidente no meu último ano na secundária. Não por regalias (como faltas justificadas ou fases especiais para exames) até porque nunca usufruí disso, mas por gosto e vontade em fazer melhor.

Ora este ano para a Direcção Geral da Associação Académica de Coimbra (responsável por representar 18 228 alunos, vários edifícios, manter as 25 secções desportivas, 15 secções culturais e muito mais!) uma das listas que se candidatou para além de não apresentar nenhum plano concreto, apresentou flyers parvos onde listava o que NÃO ia cumprir, a sua organização era em pelouros tentando fazer piadas com os nomes, e slogans sem nexo nenhum.

Eu acho de mau tom estas brincadeiras, porque só demonstram que não dão qualquer valor à democracia, nem à associação em causa (mas depois na altura da queima das fitas vão se lembrar dela para tentar arranjar convites à pála…). Se se candidatam é porque acham que têm capacidade de fazer melhor, coisa que nem se mostram interessados em fazer… Isto realmente ofende a quem participa nestas coisas por gosto e tenta melhorar o sistema académico. Sinceramente gostava que eles ganhassem, para depois enterrarem aquilo tudo e ficarem na consciência que não deviam ter brincado com uma coisa tão séria. Mas pronto, ainda bem que a maior parte das pessoas tem consciência e vota numa das listas que apresenta planos para melhorar.

E isto extende-se à política em geral. Toda a gente diz mal dos políticos, mas graças à maravilha com que vivemos que se chama Democracia, é a maioria dos portugueses que os escolhe. E quem não estiver de acordo com nenhum, pode votar em branco, ou então o que eu recomendo, que se sabe o que é melhor para o país que forme um partido (ou se junte a um existente) e se candidate para aplicar as suas ideias. Afinal é essa a liberdade que temos!

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Desabafo sobre a mediocridade

November 18, 2007

Dia sim, dia não, lá chego a casa todo frustrado, aborrecido com a mediocridade das pessoas com quem convivo no dia a dia. Por um lado, talvez seja culpa minha (de ser tão smart Dense, Difficult, and Frustrating), mas concordo perfeitamente com o Inóspito em como as pessoas estão cada vez mais iguais. Noto nos meus colegas que tudo quer tirar o curso com notas não muito más, ir bebendo uns copos pelo caminho e depois arranjar um emprego jeitoso para subir na vida.

Noto isto a nível da Universidade de Coimbra, e pelo que tenho falado com malta de outros lados, acontece por todo o lado. Por exemplo no meu curso, Engenharia Informática, a maioria nunca programou uma linha de código que não fosse para um trabalho. E muitos nem sabem o que é um RSS feed! (Mas provavelmente sabem qual os requisitos mínimos de gráfica para o último FPS que saiu para o mercado).

Acho que é necessário as pessoas quererem diferenciar-se e apostarem em certas áreas e em projectos pessoais! É certo que o Ensino Superior não incentiva à Criatividade (até pelo contrário, eu tenho sentido na pele que dificulta a quem quer fazer alguma coisa de diferente!), mas uma pessoa não pode estar à espera que façam tudo por ela. Existem inúmeras oportunidades, e mesmo que não existissem, podemos sempre criá-las! É tudo uma questão de imaginação e força de vontade.

Depois é normal que esta mediocridade afecte o empreendedorismo em Portugal e não haja o número de startups que há noutros países, por exemplo. Acho sinceramente que a mentalidade portuguesa não está orientada à inovação, mas à normalização. E isto é aquilo que me entristece.

Felizmente existem aí muito bright people que tenho o prazer de conhecer e de saber que estão a fazer alguma coisa para mudar esta situação e cada vez mais os aplaudo!

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Associação Escolas Livres

October 25, 2007

O Escolas Livres é um projecto que pretende divulgar e promover a adopção de software livre nas escolas portuguesas. Os seus membros partem de comunidades como o Ubuntu-PT ou a ANSOL. No entanto têm sentido a falta de ter personalidade jurídica (Eu já passei por isto várias vezes e realmente é complicado!) e decidiram então criar uma associação para esse fim.

Como uma associação envolve gastos no processo de legalização, optou-se por pedir uma quota anual de 10 euros a 75 pessoas. Não custa muito e sempre são bem aproveitados!

Se estiverem interessados, vejam mais informações no site oficial e colaborem, quer com os 10 euros, quer com ajudas posteriores no contacto com escolas ou outras tarefas necessárias.

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Teaching how to code in schools...

October 14, 2007

Over the years Microsoft has done this great marketing that makes (almost) everyone to use their tools, mainly because (almost) all computers ship with Windows pre-installed (Assismática is starting to sell computers with Ubuntu in Portugal) and “simple users” do not know any other alternative.

In this context, I support actions that take opensource (or not) alternatives to some places, like schools (PT) that show people that there are some free (and open) alternatives too. Although I think some Microsoft software is better, I believe each user should make their own decision and to do that, they should know all options. About this, Tecnonov is having its second edition this year and it will be a nice event to show people other options.

A few days ago I saw another perspective to solve this problem: Tom Morris thinks that teaching people how to code they will value more OpenSource alternatives and also help them in their own life with structure thinking. Well I had this idea that management student should learn relational databases since that really helps them organizing stuff. I am happy that someone thought something similar, but taking it farther to programming itself. And he mentions Python, Ruby or other dynamic language to be chosen.

I’m not sure how possible this is, but I’m sure some it would help some people. Any thoughts on this one?

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A Teoria dos Portugueses

October 10, 2007

Hoje na aula de Sistemas Operativos, o meu professor abordou o facto de quando acabarmos o curso (Engenharia Informática) nos depararmos com uma feroz competição a nível global. Cada vez mais entram no mercados licenciados indianos e chineses que são 10 vezes mais baratos que um português, por exemplo. Temos então de nos diferenciar pela qualidade. Uma empresa pode ir ao Rent a Coder pedir um trabalho a um indiano que o faz ao preço da chuva. Mas se quiser qualidade vem aqui ao português e paga bom preço.

Ora eu a semana passada ouvi exactamente a mesma coisa pelo Vítor Santos, no lançamento do programa MSP, quando apresentava o concurso ImagineCUP e dizia que era uma óptima oportunidade para mostrarmos ao mundo que somos mesmo bons no que fazemos. Fazendo a comparação com a Teoria dos Búlgaros (em que um ganhou, mesmo não sendo da Bulgária e ficaram conhecidos todos como sendo bons programadores) que precisamos de nos destacar nestes concursos para darmos alguma reputação ao nosso país. Mesmo quem não gosta da Microsoft ou deste senhor em particular tem de admitir que é verdade. De facto este concurso exige que sejam usadas, para além da imaginação que é fundamental, tecnologias Microsoft (que eu até gosto bastante), mas para aqueles que não sentirem assim tanta afinidade existem outros concurso a nível global que poderão apostar, como o Google CodeJam, o TopCoder, ACM-ICPC ou o IEEE CSIDC.

Se acham que fazem programas de topo, não perdem nada em concorrer. Para não falar nos fantásticos prémios que oferecem!

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Universities: Join the Web2.0!

October 07, 2007

Universities are know for their scientific researching and for being the firsts to touch the future. Unfortunately, I don’t see this much in Portugal. In spite of many universities are adopting Moodle, just because they need to do remote teaching, not because they are getting into the true e-Learning, where just like in web2.0, the process is focused in the user (student in this case). It’s also one of the Bolonha Process main pedagogic ideas. This is pretty far from happening, at least in my university.

Simple things like blogs about some subject in some course would make students more interested and make them learn more about it. Social networks would also be very interesting gathering students from all over the world focusing on some specific subject. Reading Four Starters blog I found out a pretty cool idea: “you could use your student card to get discount at a cinema, an OpenID from your university would show that you are a student.” And maybe login into that universities social network.

Some time ago, Sérgio, Fábio and I had this project to make this social network for our department including AJAX webmail and feed reader (we don’t have such) and also get users to exchange interests and ideas. Unfortunately they weren’t very convinced with our project and we let it go. They don’t see the advantages in the new web…

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I used to write in this blog, but I've found a better format to express myself. From now on, you may read my writings on ideas, programming and politics on my new wiki.

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