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Clã @ Queima das Fitas 2008

May 08, 2008

A frequência aqui do blog reduziu drasticamente. O principal factor é o projecto de multimédia, em que decidimos fazer alguma coisa com aplicação prática, e graças a isso estamos a ter muito mais trabalho.

Outro dos factores é a Queima das Fitas. Não que eu ligue muito à praxe e tal (este ano até cheguei a dar uma espretadela ao cortejo graças a certa pessoa. Para mim Queima é sinónimo de concertos perto e baratos (o que é muito raro mesmo!). Só lá vou ver alguns concertos mesmo.

Ao contrário do da latada, o concerto do David Fonseca não foi tão bom. Foi normal para os padrões dele. Não espectacular. Agora os Clã, que eu nunca tinha visto é que me surpreenderam bastante! Sempre adorei as músicas deles e não estiveram mesmo áquem dos albuns. E a Manuela Azevedo esteve muito bem mesmo! Tal como a decoração.

Fica também a nota que vi pela primeira vez a banda de uns amigos meus ao vivo no Palco Secundário, e para quem gosta do género (Metal), também é muito boa! Fica o link dos Tales for the Unspoken para os curiosos.

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Este blog tem censura!

May 01, 2008

Ou como outros o dizem mais suavemente, este blog tem os comentários moderados. Ao contrário do que alguém comentou, isto aqui não é democracia. Tudo dentro do dominio alcidesfonseca.com está sujeito à minha aprovação. Não há um conjunto de regras, nem termos de condições nem nada. Eu apago os comentários que bem me apetecer e estou nessa liberdade. Se não gostam, têm boas alternativas (ver mais abaixo).

Apesar de eu poder apagar qualquer post que me apeteça, na maior parte do tempo estou sóbrio e só apago o spam, comentários inutéis que só tenham publicidade (também se podem considerar spam), comentários escritos noutra língua que não a do post (sim, sou muito esquisito nisso, porque considero falta de educação) e comentários feitos por trolls.

Mesmo que demonstrem opiniões contrárias as minhas, posso não apagar os comentários. Simplesmente há que o fazer de uma forma educada, coisa que falta a muito boa gente aqui pela internet. Ainda me lembro quando era puto e havia uma coisa que era a netiqueta. Eu até gostava…

Para quem não gostar da minha política, escusa sequer de escrever aqui. A internet tem uma coisa muito fixe que são os links, e podem linkar os meus posts nos vossos blogs a vontade. Aí não serão alvo da minha censura. E podem até chamar-me nomes!

Entretanto estou a considerar mudar o meu site para um wiki pessoal (não é bem wiki porque não grava todas as versões das páginas, mas pronto) e para já não vai ter comentários. Apesar de gostar de receber feedback, a quantidade de trolls começa a aumentar significamente e eu não tenho paciência para os aturar. E o email é uma forma de contacto interessante :)

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PopUp! e o Futuro da Web

April 29, 2008

Para quem não sabe, está a decorrer o PopUp, um evento “espontâneo” com pipocas, música, xboxs e passatempos para a malta. Para saber mais sobre isso podem ver as fotos na galeria. Dentro do evento há também apresentações surpresa pelos bares dos departamentos. A primeira de hoje foi a minha, sobre o Futuro da Web (para leigos).

Aquilo que era previsto ser uma curta apresentação, acabou por se tornar numa conversa, o que foi óptimo para ouvir outras opiniões. Tive apenas mais um participante de fora da área (os eventos surpresa acabam por ter fraca assitência) mas gostou bastante da conversa. Quanto aos outros participanetes, têm de começar a tentar esquecer os termos técnicos nestas conversas (hint hint). Em relação ao site da semântic web, eu simplesmente mostrei microformats e OpenSearch em uso, e falei de potencialidades do APML para sugestão automática.

Em relação à apresentação assim, tencionava falar das várias tendências que podem ser levadas para o futuro da web daqui a 5, 10 anos (claro que um puto numa garagem pode ter uma nova ideia que revolucionará isto tudo) e discutir um pouco cada uma delas. Depois no final tinha três scenarios possíveis usando a web daqui a 5 anos, mas nem foram precisos :)

Espero ter oportunidade de repetir esta conversa, mas num contexto mais geral e com pessoas de outras áreas.

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Momento WTF!?! da semana

April 28, 2008
A junta de freguesia da Ericeira foi multada em sete mil euros utilizar óleos reciclados para mover os carros do lixo, em vez de comprar combustíveis fósseis, pelo que o Estado se considera lesado. O presidente da junta, citado pela TSF, já garantiu que não vai pagar a multa.

Artigo no Público (via SixHat)

Um político (pelo que me parece) faz uma coisa boa pelo ambiente. Resultado: a ASAE multa-o. O Estado importa-se de criar uma autoridade de inspecção da ASAE? Para os multar quando eles fazem coisas parvas?

Nota: este presidente da freguesia ser do PSD e o Alberto João candidatar-se a liderança do partido fazem-me ter vontade de renovar o cartão de militante! (Dispenso comentários sobre isto, sff)

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25 de Abril e a liberdade...

April 26, 2008

Oiço pela blogosfera, e não só, que os jovens não ligam nada ao 25 de Abril, que não dão importância devida a liberdade, etc...

Sinceramente, e sendo um deles, acho que fazemos bem. Tal como não ligamos à implantação da república (nem mesmo a geração que nos chateia com o 25 de Abril) e tal como não ligamos ao 5 de Outubro, dia da independência portuguesa e que nem é feriado por isso! São coisas que não aconteceram no nosso tempo, sabemos o que são, mas não vemos razão para comemorarmos. That's all!

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Take Off 2008

April 21, 2008

Correu bem! Aprendemos com algumas coisas do ano passado, e voltámos a aprender também este ano para aplicar no próximo. Mas correu bem! E tirei muitas ideias das apresentações.

Uma das coisas que todos os oradores referiram foi persistência. Uma pessoa que tenha uma ideia tem de ser persistente. Se não funciona bem à primeira, à segunda… voltar a tentar até conseguir alcançar o objectivo. Quer seja a bater a porta de VCs, como aconteceu com o Sérgio Veiga, quer seja a reformular a ideia, como nos falou o Bruno Pedro devemos sempre lutar pelas nossas ideias. Mesmo que inclua trabalhar dia e noite, como acontece com o André Ribeirinho.

E para reformular a ideia, partilhá-la é uma boa opção. Diferentes perspectivas sempre ajudam a refinar a ideia, melhorando-a. Mas para não correr riscos de nos roubarem a ideias, temos de nos distinguir numa coisa: a execução. E isto é uma das coisas que os financiadores avaliam. Pelos exemplos que o Dr. Francisco Banha ter um protótipo para mostrar é sempre uma vantagem. Mas não confundir aqui um aspecto. Eles estão interessados em produtos que se vendam, não na tecnologia.

E quanto ao business plan, ouvi várias sugestões de leitura, mas ficou-me na cabeça o facto de ter de ter um óptimo abstract. Se couber num post-it, como foi o caso das empresas que o Mário Valente fundou, óptimo. E tem de ser algo que faça qualquer pessoa sorrir e querer saber mais. Depois no resto das duas folhas A4 convém ter uma análise do negócio mais concisa, e recomendo o slide respectivo da última apresentação.

Ainda relativamente a estes investimentos, Portugal não aposta muito nesta área, pelo que o Dr. Francisco Banha recomenda que enchamos os VCs com propostas, para verem que esta é uma área em que vale a pena apostar. Outra solução é uma das ideias do quase-Mestre Mário Valente que leva o microfinanciamento de seed capital a projectos nesta área a nível europeu. Sinto que há realmente uma falha nesta área (embora a minha preferida seja a segunda ideia!).

Uma coisa curiosa que notei relativamente à Esoterica do Mário e ao Sapo do Celso Martinho, foi o facto de na sua venda, quem ganhou mais foram as empresas que fizeram a primeira compra da maior parte. Logo se tiverem uma empresa de sucesso, não vendam à primeira.

Isto foi o que considero mais importante do que retirei das apresentações, claro que há 1001 coisas que aprendi ontem e ainda me estão a fazer pensar. Ficam apenas algumas curiosidades relativamente à organização do evento:

- O coffee break que durou o dia inteiro e ainda sobrou bastante, foi o que comprámos apenas para a manhã. Parece que as pessoas não comem tanto como eu pensava.

- Ao contrário do que vejo noutros eventos, as apresentações correram todas no meu macbook, tirando a do Celso que mesmo assim ainda usou o meu remote.

- O audio das apresentações vai ficar cortado (e penso que nem vai haver da última) não por censura, mas sim porque o microfone comeu uma pilha de 9V antes de acabar a manhã e foi uma sorte eu ter comprado outra de backup)

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Tecnonov 2008

April 07, 2008

O dia de ontem foi passado na Fnac a assistir ao evento Tecnonov. Ainda não tinha escrito nada, pois estava a espera de outras reacções, nomeadamente de um dos organizadores.

Concordo em muito com a conclusão tirada, em que o evento não atingiu o seu objectivo inicial, e já o ano passado também não foi assim tão conseguido. De facto a FNAC parece ser um sitio giro para fazer eventos deste género, mas ninguém aparece por lá (A localização da sala na outra ponta da loja, foi feita para as pessoas comprarem quando vão a eventos, e não o inverso, que interessava aqui). Penso que uma coisa num espaço mais aberto como as Docas ou então o centro do Dolce Vita funcionariam melhor para atingir este público alvo. Acho também que algumas das apresentações tinham um cariz muito técnico para apresentar ao público geral. Estou a lembrar-me por exemplo da apresentação sobre o Debian, que foi uma das apresentações que mais gostei, mas no entanto para pessoas que de Linux só conhecem o nome, uma apresentação daquele nível não é o ideal. Ter alguns computadores com várias distribuições e vários ambientes para teste por parte dos “visitantes” poderia divulgar mais o opensource (que acredito que seja um objectivo secundário do evento).

No entanto para quem foi, como eu, foi uma experiência óptima (acho que só eu e outro é que estávamos na audiência excluindo oradores). É uma pena que mais pessoas não participem neste tipo de eventos. Apesar de já conhecer algumas das apresentações, ou os assuntos em questão, gostaria de salientar uma apresentação sobre direitos de autor e propriedade industrial (como quem diz patentes e copyrights) na área da informática. Acho que é um ponto muito importante que quem trabalha nesta área devia ter conhecimento.

Overall, gostei do evento (não esquecer o almoço) e espero que para o ano consigam aumentar a audiência, ou caso mudem o formato, que tenham sucesso nesse objectivo. Quanto a mim, estou de olhos postos no Take Off e espero que não faltem.

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Professores vs Alunos

March 20, 2008

Notícia de abertura do Jornal da Noite da TVI:

E ainda me perguntam porque é que não tenho esperança neste país… E se juntar-mos a este o outro filme da outra do hi5 é uma óptima geração que vai seguir a minha! E as notícias de alunos brilhantes que ganham concursos e essas coisa andam em vias de extinção… Se calhar um Salazar com uma mocidade portuguesa ou lá como foi está a ser pedido por estes putos que não sabem aproveitar o que está à sua disposição.

Deixo também uma nota em que muitos não devem pensar (e em parte, sim estou a defendê-la), mas a professora não tinha nada que lhe tirar o telemóvel. É um objecto privado e sem um mandato judicial a professora não tinha nada que o tirar. Tinha era de a tirar da aula se estava a perturbar o resto da turma. Se estivesse distraída a si própria das duas uma. Ou a deixava estar a perder a aula, ou então melhoraria a qualidade da aulas para atrair a atenção dos alunos.

Gostei também de ver o atraso dos colegas em resolver a situação. O espectáculo devia estar a ser engraçado (até deu um vídeo para o youtube!)...

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Linguagens Dinamicas em .NET (IronPython e IronRuby) @ TechDays2008

March 17, 2008

Quinta feira fiz a minha apresentaçãozinha no TechDays. Lá tentei convencer a audiência das vantagens (e algumas desvantagens, claro) das Linguagens Dinâmicas, e da sua utilização em .NET. Ficam por aqui os slides e os demos para o caso de alguém querer dar uma olhadela, mas ficava muito melhor contextualizado.

Para terem uma ideia, falei das razões que me levam a acreditar que as linguagens dinâmicas são o próximo passo (na evolução assembly – C – Java/C#) e em como são linguages muito mais alto nível. contei também um bocadinho da história do DLR e do estado actual das linguagens dinâmicas. Demonstrei a integração com o Visual Studio e a interacção com managed code em C#. Falei também das situações em que usar linguagens dinâmicas pode ser uma vantagem (e mostrei algum código exemplo). Acacabei referenciando exemplos de aplicações de IronPython no mundo real.

Deixo também alguns recursos adicionais para quem estiver interessado em explorar estas novas linguagens em .NET:

IronPython
IronRuby
DynamicSilverlight – Site específico com informações e tutoriais sobre linguagens dinâmicas para Silverlight

Aprender Python em 10 minutos para quem já sabe outra linguagem
Aprender Ruby em 20 minutos
Poignant Guide to Ruby – Um tutorial cheio de humor, para quem tiver mais tempo.
Michael Foord’s Introduction to IronPython - Muito bom para entrar em IronPython. É também o autor do primeiro livro sobre o assunto.
Learning IronPython – Um bom tutorial para aprender IronPython

Blogs:
IronPython
John Lam
Jim Hugunin

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TechDays 2008

March 16, 2008

Levantar-me as 6 da manhã não foi tão doloroso como pensava. Até porque acordei as 5. Eu e os meus quatro acompanhantes (mais sobre isto no final) apanhámos o alfa e 3 horas depois estávamos a fazer o check-in no TechDays. Lá fui obrigado a andar com a camisa oficial do evento (não entra bem no meu estilo), mas tinha a vantagem de não me andarem a scannar o cartão sempre que queria entrar.

Começámos por ver a sessão do Mr. Rob Miles sobre XNA com os seus very silly games. Comparado às apresentações de Barcelona o público não respondeu ao seu humor bastante refinado. Mas todos gostámos.

Depois a sessão sobre o Robotics Studio que é uma coisa que já me anda há uns tempos na cabeça. O Rob Miles usa a plataforma XNA para ensinar os seus alunos a programar. Eu cá acho que a robótica é que era bastante útil neste propósito. E ainda quero ver se alguém estiver interessado em patrocinar um Lego Mindstorms NXT, eu dar-lhe-ei bom uso no meu departamento! Em relação ao Robotics Studio é bastante interessante o simulador que junta renderização do XNA com um motor de física usado em muitos jogos. Gostava de testar isto a sério!

A slot seguinte foi para descansar um bocado e rever a minha apresentação que vou falar num post à part e finalmente fui à segunda parte de silverlight 2.0. É engraçado, um bocadinho melhorzinho que o Flash, mas ainda não vale a diferença. Agora o 3.0 com 3d e aceleração gráfica vai fazer mesmo a diferença! E trazer os jogos de qualidade ao browser :)

Foi bastante engraçado o evento, e tinha miúdas giras, como em qualquer evento da Microsoft! Podem ver alguns vídeos sobre o evento, que dão uma ideia de como correu!

Só um pequeno rant: apenas se inscreveram 10 pessoas para ir gratuitamente ao TechDays, o que quer dizer que poucas pessoas na minha faculdade se interessam por ir a eventos técnicos deste género. É uma pena. Outra coisa que também me deixa em baixo é que dos 10 iniciais apenas foram 4 porque tinhamos uma data de coisas marcadas para o dia seguinte e não há qualquer facilitismo para alunos que faltem às aulas para participar a eventos. Já se forem professores não há problema e podem ou não marcar aulas de substituição...

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Palmas a Nuno Crato

March 15, 2008

A televisão portuguesa começa a o dia com os morning talk shows, como a praça da alegria e companhia, depois o jornal, depois repete o morning show com outros apresentadores, um concursozinho para pessoas não muito literadas, a novela de fim de tarde o jornal da noite, e o resto é preenchido até as tantas com novelas até chegar a altura de séries ou filmes, a horas que já estamos todos a dormir. Adoro esta cultura! Felizmente existe a RTP2 que é a unica que se vai safando e tendo uma grelha mais variada e mais cultural. E não, não sinto falta de ter mais do que os quatro canais. O BitTorrent preenche esse vazio.

Isto vem no seguimento do Nuno Crato, professor matemático, ter recebido o prémio europeu de comunicador de ciência. Tenho acompanhado este trabalho dele, quer pela coluna no expresso, quer por algumas entrevistas que dá, ou pelos livros. De facto, acho que este senhor devia ter um programa de televisão, e poder divulgar a ciência ao comum dos mortais. Se há pessoa que é capaz, é ele. Claro que seria na rtp2, porque nem uma versão mais popularizada de um programa de ciência como o MegaCiência esteve no ar durante muito tempo…

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Até um dia, Digital

March 04, 2008

Há um ano, o Público mudou de cara, todo nova onda e tal, com blogs convidados, coisas XPTOs e uma coisa que eu gostei bastante de receber: o suplemento Digital.

No entanto, parece que foi anunciado o seu fim. É uma pena! As tecnologias tomam um papel cada vez mais importante na vida de toda a gente (sobretudo na vida das pessoas letradas e informadas que compram o jornal) que se perde uma grande fonte de divulgação destas maravilhas (Até porque fui entrevistado duas vezes ;). Ao contrário da Maria João Valente não me faz tanta falta, porque não sou da geração que lê jornais, mas sim feeds no browser.

E nesse campo aclamo o regresso do João Pedro Pereira ao blogging!

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Me @ TechDays

February 21, 2008

Para quem não conhece o TechDays, é o maior evento da Microsoft a nível nacional. Para além do lançamento do Windows Server 2008, SQL Server 2008 e Visual Studio 2008, vai haver três dias de apresentações.

Para além de estar presente como MSP, vou também dar uma apresentação sobre Linguagens dinâmicas na plataforma .NET no dia 13 as 11:15. Por isso se alguém estiver interessado no tema, ou quiser aprender mais sobre estas linguagens ou como as aplicar nos vossos projectos, já sabe!

Recomendo também as apresentações sobre XNA2.0 e Small is beautiful do Rob Miles.

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Take Off, take 2

February 20, 2008

Para quem não conhece o Take Off, é um evento que organizei o ano passado em conjunto com o Sérgio. Podem ler aqui o meu resumo para terem uma ideia do que foi. Esse evento, para além das boas apresentações, trouxe também diversos contactos que pelo que sei, foram bastante interessantes e até já originaram alguns projectos (espero poder falar deles brevemente). Estamos bastante orgulhosos com o resultado e já tínhamos decidido fazer uma nova edição.

Como tal, apresento-vos o site do Take Off 2008 onde vai estar a informação relacionada com o evento (e aconselho que subscrevam o RSS). Como são capazes de notar a primeira vista, o evento será no dia 19 de Abril (um bocadinho mais cedo, de modo a evitar coincidir com outros eventos). Optámos por manter o formato de um evento de um dia, cheio de apresentações e com uns momentos mais relaxados.

Em relação ao programa já tenho uns poucos de oradores confirmados, com projectos e currículos bastante interessantes, e que descobrirão a seu tempo. Gostamos de vos manter em suspense. Uma das coisas que pretendemos fazer de diferente é trazer pessoas ligadas ao Venture Capital ao evento, graças ao feedback do ano anterior.

Aproveito para pedir a quem tenha umas empresas para considerar a hipótese de nos patrocinar. São valores relativamente baixos e sempre ajuda a ter um evento de qualidade. E claro, têm publicidade em troca!

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Mestrado em Ecologia

February 19, 2008

Ao contrário de certos novos pseudo-cursos, vejo que a minha faculdade anda a esmerar-se um pouco. Vai abrir agora uma Licenciatura e Mestrado em Design e Multimédia que era uma lacuna nesta área.

Soube também pelo Que Universidade?, um blog que sigo sobre a educação no nosso país, que vamos ter um Mestrado em Ecologia Aplicada. É uma óptima notícia, porque vamos trazer para o nosso país malta desta área, e porque gostava de ver mais resultados neste campo!

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Linguagem para caloiros

February 19, 2008

Ou, mais pomposamente, como o Nuno escreve: Primeiro contacto com programação por parte dos alunos do ensino superior. Ele defende os Haskell pelas suas razões. Cá eu, tenho uma opinião diferente, e quem me conhece destas bandas já o adivinhou: Python.

O meu curso até há uns tempos tem sido mais uma daquelas escolas horríveis de Java, mas com a remodelação para bolonha isso foi corrigido. Das quatro cadeiras de programação que temos, usamos Python, C, Java para as três primeiras e na quarta uma qualquer das anteriores (visto que se baseia apenas em algoritmos). Acho bem começar com Python. É uma linguagem de alto nível, que pela sua simplicidade serve perfeitamente para transmitir os conceitos básicos de ciclos, funções, recursividade, e dá aos alunos a capacidade de já poderem fazer programas e scripts que lhes sejam úteis no dia a dia. Depois é dado C para chegar a um nível mais baixo, que também é essencial saber. Depois na cadeira de POO damos Java, embora eu sugeria fortemente Ruby, mas nem é o que me preocupa mais.

Mas eu acho que está aqui uma coisa mal, a programação não devia ser ensinada no ensino superior, mas sim a nível do ensino secundário (e lá mais para a frente a nível do básico). Quem está na área científica, devia logo aprender a programar, porque o seu curso vai ter sempre uma cadeira de informática (ok, há umas poucas que não dentro da área da saúde) e ter capacidade de escrever um script em Python (ou uma outra) para automatizar o seu trabalho é sempre uma mais valia, e cada vez mais imprescindível. Já para economia, deviam saber trabalhar com bases de dados, mas se calhar também já estou a exagerar.

Estou também a ver se junto um grupo de alunos do 8º ano para lhes ensinar a programar, porque acredito que é essa a idade ideal. Linguagem? Python (ou IronPython). Depois mostro os resultados ;)

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Top Audax

February 17, 2008

Voltando ao concurso Audax, há uma coisa que o destingue relativamente aos concursos dos outros canais. Enquanto por norma esses têm um jurí, mas a decisão é feita pelo público, no Audax a decisão é puramente do júri. Concordo com esta decisão pois quando se falam de coisas sérias como empresas e o futuro de pessoas (e não de prémios enormes em reality shows). No entanto seria interessante saber a opinião do público sobre os vários concorrentes.

Ora foi exactamente isto que o Celso se propôs a fazer e está agora disponível em TopAudax.com onde podem votar no empreendedor que vos conquistou com a sua ideia. O conceito é bastante simples e funciona ainda como registo dos vários projectos apresentados.

Toca agora a ver o melhor concurso da história da televisão nacional e a votar depois no Top Audax!

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Audax 01

February 17, 2008

Interessado em inovação e empreendedorismo, não pude escapar à primeira edição do Audax na rtp2. Não gostei muito do formato, porque não dá largas ao poder de persuasão dos concorrentes, apenas respodem a umas poucas perguntas. Era mais interessante fazerem apresentações em vez do video inicial. Em relação ao jurí fiquei bastante agradado, porque fizeram as perguntas chave que realmente eram decisivas.

Relativamente aos concorrentes, gostei da inovação presente sobretudo nos dois primeiros. Quanto às três meninas, achei que não têm a tal ambição necessária nem uma característica única no seu negócio, ou seja, a concorrência pode a qualquer momento abrir um laboratório igual ao que se propõem criar e até já devem ter capital para o abrir e até mercado adquirido.

O segundo concorrente realmente convenceu-me que poderia lançar uma nova série de paramotores que poderiam realmente revolucionar o mercado a que se destinam, mas o problema de não poder ser patenteado iria dar-lhe uma janela pequena para se impôr no mercado, o que acho bastante arriscado.

O primeiro concorrente achei que foi o tem o melhor background, tanto em competências técnicas na área, como a nível de empresário. Gostei do facto do registo da patente já estar em curso e de ter alguns protótipos a funcionar (mostrado nos vídeos). Pareceu-me a inovação que mais revolucionaria o mundo, pela eficácia de transporte e armazenamento dos contentores e pelas coberturas à lá lego.

E a decisão do jurí foi a mesma que a minha e fico contente por isso e ansioso pela próxima edição. Acho uma iniciativa louvável esta espécie de elevator pitch e gosto de ver a capacidade de inovação portuguesa, e que seja transmitida ao resto das pessoas.

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Guia Supersónico do OpenID

February 10, 2008

Eu acredito sinceramente que o OpenID é o futuro. Daqui a 1/2 anos, todos os sites vão suportar OpenID (e eu provavelmente já vou estar a testar o sistema seguinte). Um sinal disso foi a entrada da Google, IBM, Microsoft, Verisign e Yahoo para o board da OpenID foundation.

Agora que os principais desafios técnicos estão ultrapassados, faltam ultrapassar as próximas barreiras: as sociais. Temos de ir agora divulgar a boa nova ao mundo e fazer com que as pessoas comecem a usar o OpenID. Os primeiros alvos, na minha modesta opinião, deverão ser os fornecedores de serviços online, para começarem a permitir o login por OpenID. Porque se não houver utilidade em ter um OpenID, ninguém vai criar um.

Agora os fornecedores têm um problema de como adicionar o OpenID de forma a que os utilizadores o aprendam a usar, sem perder utilizadores com um processo demasiado demorado. A minha sugestão para os sites portugueses é terem um link “O que é o OpenID?” para o Guia Supersónico do OpenID. Escrevi este guia para o utilizador comum, mas aprender no menor tempo o que é o este sistema e como o usar, e até descobrir que já tem um (ou mais) OpenID.

Escolhi um formato simples em vez de um wiki porque, por um lado, iria ter mais elementos a volta que iriam confundir o utilizador, e porque quero que isto tenha uma edição pessoal. O que consta no guia é o que eu considero essencial que uma pessoa saiba sobre o OpenID. No entanto aceito de bom grado sugestões para melhorar o site. E estou a pensar em adicionar um pequeno vídeo com um screencast de como usar OpenId.

Se alguém estiver interessado em permitir uso do OpenID nos seus sites, estou interessado em colaborar ;)

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Descontentamento com o Cinema

January 27, 2008

Sempre gostei de ir ao cinema (quase sempre pela companhia, mas isso não é para aqui chamado) e há muito tempo que deixei de ir com tanta regularidade. Primeiro porque os filmes são cada vez mais comerciais e com menos inovação. Escrevi sobre a última ida, precisamente por ter encontrado um filme decente.

E para além dos filmes não serem nada de especial, a experiência é exactamente a mesma de hã mais de 50 anos atrás. Já vi um filme num cinema IMAX, e é outra coisa, mas quase do mesmo género. Penso que falta aqui uma ideia nova… Quem sabe o regresso dos drive-in theaters (gostava de experimentar!) ou outro sistema que varie um pouco…

Podem ler mais sobre o assunto neste artigo sobre os 10 problemas que os cinemas de hoje têm com que eu concordo e revejo cá em Portugal.

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Mundos Virtuais - social3dworlds

January 26, 2008

Tirei o dia de hoje para trabalhar num pequeno projecto que ando a planear há uns tempos, e já que ia decorrer o social 3d worlds, tencionava ir trabalhar para lá. Apesar de o assunto não me interessar assim tanto, acabei por nem trabalhar nada e estar bastante atento às apresentações.

As duas primeiras, da Beta Technologies eram apresentações do Second Life e de alguma programação lá dentro. Esta empresa tem trabalhos muito bons, em concepção de espaços no Second Life, embora eu continue na ideia que isto é hype e as empresas chegarão a descobrir que se calhar o Second Life não lhes interessa assim tanto.

O Tiago levantou uma pergunta interessante sobre a importação de outros formatos como o CAD ou 3D studio Max ou isso. Porquê aprender um novo sistema de modelação quando já existem alguns no qual os profissionais já se entendem? Para ganhar dinheiro em vender formação?

Depois do cofee break tivemos a apresentação do Marcos Marado que falou sobre a evolução dos mundos virtuais, com a sua origem mais remota em Tolkien e evoluindo por RPGs como o DnD (por acaso, malta de Coimbra que queira um joguinho, anyone?) e finalmente para os computadores pelos text-based MUDs. Hoje em dia podem já não ter uma componente de jogo tão grande, como é o caso do SecondLive ou do Sims Online e poderão dar origem a novos conceitos. Fica apenas uma nota assim pequenina que há um web-based MMORPG português de 2003 e outro de 2004 e se passares pelos créditos és capaz de reconhecer o puto de 13 anos. Ah, e não era o telemóvel, só se fosse o macbook…

Finalmente a Paula Simões que falou um pouco da sua investigação na aplicação de mundos virtuais ao e-Learning. Pessoalmente acredito muito mais em plataformas assíncronas como o Moodle, enquanto reuniões no SecondLife serão mais para ocasiões esporádicas, mas se se resumirem apenas ao IM, não vejo a vantagem em relação a um sistema de chat web-based. Há ainda muito que evoluir nesta área.

Foi um evento muito interessante, parabéns ao Pedro Santa e companhia e parece que a minha toread list aumentou :)

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PalcoPrincipal apoia Bandas

January 22, 2008

Sempre gostei do PalcoPrincipal. Não só pela ideia, como pela malta que está por trás do projecto e o vai evoluindo numa direcção que me agrada bastante.

Agora vão a permitir que as bandas ganhem uns cobres, através dos seus widgets que podem ter publicidade da Optimus (Apesar de não gostar da nova imagem, este patrocinio é muito agradável!) com os seus palcos. Tendo em conta que para muitas bandas é dificil comercializar a sua música, sem contractos com editoras que lhes dão uma margem mínima (e mesmo assim difíceis de alcançar!) o Palco Principal poderá ser uma grande ajuda!

Dêem também um saltinho ao artigo no remixtures sobre o assunto.

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A Segunda Grande Maravilha da Internet

January 16, 2008

A Segunda Grande Maravilha da Internet faz hoje 7 anos. Quem mo lembra é o Ciberesfera. Mas uma das Grandes Maravilhas da Internet porquê? Bem, eu considero que a Internet está ainda nos seus primórdios e até ao momento há dois marcos bastante importantes na sua história. Os critérios que aplico são a sua influência global, e não apenas nos hackers e novos geeks.

A Primeira Grande Maravilha da Internet foi (e continua a ser) o Google. Refiro-me aqui ao Google como motor de pesquisa e não como empresa nem a todos os outros produtos que tem. É verdade que a sua fortuna se baseia na publicidade online, sobretudo com a introdução de publicidade contextualizada. mas para o utilizador final a marca google está e estará sempre associada à página de entrada do browser. Ou à barra no canto do browser. Ou a qualquer caixinha onde possam colocar umas palavras e encontrar sites relacionados com essas mesmas palavras. Numa altura em que a Internet se estava a tornar demasiado grande para os simples directórios (Como o SAPO em tempos o foi!) e o Google apareceu como uma página que nos levava ao que quiséssemos encontrar. A interface minimalista e a linha mágica de Javascript (e um bom marketing por trás, digo eu) deram ao Google a preferência dos utilizadores e hoje em dia é sem dúvida o motor de busca mais usado. Revolucionou uma geração: a minha. Quando a Internet chegou a preços decentes à minha terriola (a.k.a. 56kbps) todos os nossos trabalhos de pesquisa foram feitos graças a essa página do Google. Belos eram os velhos tempos em que podíamos colocar http://www.google.com na bibliografia! Depois as outras gerações começaram a aprender. Muitos negócios fazem-se através da Internet e o primeiro passo para essa globalização é sempre dado a partir de um dos vários domínios do Google. Hoje em dia está tão integrado na nossa cultura que se tornou um verbo em várias línguas.

A Segunda Grande Maravilha da Internet, a tal que faz hoje 7 anos, é a Wikipédia. Tal como o Google, é um dos sites mais usados pela população em geral. De momento substitui-me as chamadas “bíblias” das cadeiras do meu curso. É usada diariamente por uma data de estudantes como ferramenta de ensino, e por outro tipo de estudantes, que apesar de não andarem num curso, continuam a aprender a vida toda. Qualquer curiosidade é esclarecida prontamente e em várias línguas pela Wikipédia. E há um factor chave aqui: a qualidade. Apesar de ser um projecto que se baseia na boa vontade dos participantes, conseguiu atingir um nível que acaba por ter uma qualidade superior a enciclopédias tradicionais. E muito, muito mais artigos.De facto considero um marco na Rede não só pelo que atingiu, mas para mostrar o produto de uma sociedade muito vasta. O poder da Partilha. E com um resultado brilhante! Com a qualidade, vieram os links da Internet para os diversos artigos (como os que se encontram neste post), e hoje tem quase sempre os primeiros resultados no Google. E agora todos usam.

Aposto que muitos de vós se interrogam porque não considero as Redes Sociais a Terceira Maravilha. Não digo que não o serão, mas de momento ainda não as considero como tal. Para além de existirem diversas redes sociais, e cada uma é mais usada em alguns sítios do que outros ( Hi5 em Portugal, Orkut no Brasil, Facebook e MySpace nos EUA, etc..), ainda não está bastante divulgada nos diferentes extractos etários. São sobretudo usados por jovens, e enquanto não chegarem massivamente ao resto da família, não lhes vou dar essa importância. No entanto estão sim a caminhar para lá. E já o facto de saber de namoros que acabaram por causa de perfis do hi5…. Quando as redes sociais estabilizarem daqui a um ou mais anos, voltamos a falar nisso.

Para já, parabéns Wikipédia!

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Random bits about Richard Stallman

January 16, 2008

Comecei por conhecer este senhor através de um bom artigo sobre ele na Geek. Na altura fiquei impressionado, não pela filosofia em que ele acreditava, mas pelo historial dele.

Anos depois (ou seja, há um mês ou dois) encontrei uma pequena conversa com ele que realmente me desiludiu imenso. Leiam e tirem as vossas conclusões.

Ora hoje volto a deparar-me mais uma vez com a cara desse senhor. Lá estava ele, feito em Jesus Christ Superstar, a cantar a sua reza. Gosto em especial da emoção que transmite ao público.

Se ele me quiser contratar para gestor de imagem, eu cá mandava-o fazer um corte de cabelo rente, fazer a barba assim rés-vés, uma camisola preta com turtle-neck, uma dietinha e uns ténis Nike Air. Parece que essas coisas terminadas em Air estão na moda ;)

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Squeeze Theeze Pleeze caiem na minha consideração

January 16, 2008

Literalmente! Não pelo tralho, mas pelo facto de ele extraordinariamente todo partido conseguir cantar na mesma! Miraculoso!

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Clã - Dançar na Corda Bamba

January 14, 2008
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Mestrado em OpenSource? E porque não um doutoramento em Software Proprietário?

January 12, 2008

Sim, o título é irónico, não se preocupem. O Ricardo Carvalho divulgou a intenção do DCTI do ISCTE querer abrir um Mestrado em Opensource:

O Mestrado em Open Source Software propõe-se oferecer um curso de estudos aprofundados e especializados dedicado ao Software Open Source em geral, e sistema operativos abertos como o Linux, em particular.

Eu sinceramente não vejo a necessidade de se criar um Mestrado em Opensource. Não por o querer matar, ou ignorar ou sei lá o quê que sei que alguns de vós já estão a pensar. Mestrado em Engenharia de Software, em Interacção Homem-Máquina, em Redes de Informação, entre outros, são nomes de áreas gerais relacionadas com a informática. Enquanto OpenSource é apenas um modelo de negócio (se fosse filosofia, penso que seria Software Livre não?). Penso que não faz sentido criar um mestrado só para se aprender sobre software de código aberto e andar a aprender Linux. Num mestrado???

O que eu defendo é uma implementação oposta. Durante o curso as tecnologias usadas nas várias cadeiras seriam opensource. Isto porque dá a vantagem aos alunos de ver o que está por baixo e, caso o entendam, aumentar os seus conhecimentos naquela área em particular. Quando a Linux, para mim era o ideal para ser usado como exemplo na cadeira de Sistemas Operativos. Analisar como funciona olhando para o seu código (Não sei como é nas outras faculdades, mas na minha aprendemos apenas a usar a API dos sistemas UNIX no que toca a signals, threads, processos, pipes, memória partilhada…) Olhar para um já feito seria muito mais interessante e quem sabe até contribuir para ele.

Quanto a modelos de negócio opensource, penso que poderia muito bem ser uma cadeira opcional de mestrado, visto que é uma área em expansão poderia ser interessante para o currículo de alguém que queira seguir essa área.

Agora um mestrado só para isso? Sinceramente não vejo o motivo nem a vantagem…

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MSPs comprados?

January 07, 2008

Saiu no último sabado, dia 5, no suplemento digital um artigo sobre o facto de MSPs serem comprados ou não. Teve origem numa peça do jornal suiço Le Temps (como é pago, leiam aqui um resumo e sim, o meu francês também anda rusty) que indica que os MSPs suiços recebem um ordenado de 850 francos suiços e podem ganhar mais 530 euros, telemovel, computador e software se aceitarem um part-time na empresa. (Corrijam-me se a tradução estiver incorrecta). É de notar que neste segundo caso, para além de estudantes, passam também a ser trabalhadores da Microsoft Suiça. Nessa situação é válido o ordenado e os extras.

Uma das coisas que nos apercebemos na sessão para MSPs do TechEd de Barcelona foi que os programas nos diversos países tinham moldes muito diferentes. O que não me admira muito que esta situação aconteça. No entanto cá em Portugal, apesar de ter sido considerada a melhor subsidiária internacional o orçamento do programa não dá para tanto (e mesmo que desse, não seria aplicado dessa maneira). Cá em Portugal as coisas funcionam de maneira diferente. Ao entrar no programa não me prometeram nem dinheiro nem telémoveis. O dinheiro que recebo (e nem é dinheiro!) são as despesas de deslocação. Tenho sim acesso a todo o software Microsoft, mas não foi por isso que entrei no programa. Foi sim pelas oportunidades de formação, sobretudo soft skills. Não nos obrigam a nada. Se eu quiser posso passar o programa sem fazer uma palha! Mas claro que aí não estaria a aproveitá-lo.

Quanto a divulgação das tecnologias na faculdade, também não temos nenhum compromisso, embora alguns de nós gostem de o fazer, como é o meu caso. No entanto eu só divulgo aquilo em que acredito (IronPython, XNA, Visual Studio, Mobile). Nunca me ouvirão dizer bem do Vista, IE7 ou ASP.NET.
E isso é ser vendido? Não, é divulgar aquilo em que acredito, tal como faço relativamente ao Notepad++, SVN (sim, já sei que tenho de mudar para git) e Python (tudo opensource).

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Ano novo, Saúde nova

January 02, 2008

Faço questão que este seja o primeiro post do novo ano: Como previsto, A nova legislação relativa ao tabaco já entrou em vigor, e aos senhores fumadores que costumam estragar as minhas saídas a lugares públicos estão tramados. Faço questão que respeitem a minha saúde e se quiserem danificar os próprios pulmões, que o façam bem longe.

Agora estou para ver é como é que vai ser aplicado no meu departamento. Muitos dos alunos são fumadores e costumam estar nos pequenos átrios entre os vários blocos. No entanto segundo a alínea g do ponto 1 do Artigo 4 (tão nerd que pareço ao escrever isto!) já não o podem fazer. Ou seja, vamos ter um DEI livre de fumo! No entanto parece-me difícil tantos alunos irem para a rua fumar, com mau tempo ou isso, mas acho que é castigo merecido.

Outro das questões que me interessa é os pequenos cafés que são frequentados sobretudo por pessoas fumadores, costumam estar com um fumo tanto, que por vezes temos um nevoeiro tão denso que não se vê paredes! Reflecte-se também no cheiro da roupa, e na tosse que provoca. E muitos desses estabelecimentos não têm sequer possibilidades de instalar os equipamentos necessários para que se possa fumar. Quero ver como se desenrola, sobretudo no café que frequento aqui na zona (mas menos agora no Inverso, por não haver explanada).

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Queixa original pela SMTUC

December 27, 2007

Depois deste post do Mário sobre a centralização, veio-me logo a cabeça isto:

Em 2006 o Estado atribuiu como apoio à exploração:
Carris - 45.458.512.53
STCPorto - 16.318.442.67
SMTUC - Zero

É giro ver o apoio que o estado dá a cidades que não são assim tão pequenas, no sector dos transportes, que embora não seja vital como a saúde, é uma coisa que faz diferença no dia a dia de todas as pessoas. Mas é claro que quem decide isto, não anda de Transportes Públicos, mas sim de BMW ou Mercedes ou Audi e ainda é capaz de ter motorista!

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Legos

December 27, 2007

Já têm 58 anos, mas continuam a ser os melhores brinquedos de sempre. E também a matéria prima para a escultura mais fácil de trabalhar! Quando era miúdo, todos os outros brincavam com action-mans, playmobiles e as action-figures da moda (dragonball sobretudo). Eu cá era fiel aos meus legos. Sempre gostei de construir as coisas e depois nem brincava com elas, desmontava e voltava a montar. Nunca achei piada a tê-los montados, mas sim ao processo de montar, e de preferência livremente e não com aquelas instruções que vinham. Depois a uma certa idade descobri a informática e os legos ficaram arrumados a um canto, mas as boas recordações ficaram.

Agora instalei o Lego Digital Designer no meu Mac (sim, também há versão para Windows) e assim que tiver um tempinho vou voltar as minhas criações artísticas, sem ter de andar com a minha caixa de 1 metro de altura cheia de legos. No entanto não tem a mesma piada, mas é mais cómodo. E agora que encontrei este blog de um casal de Lego Ambassadors cá em Portugal, ando mesmo entusiasmado!

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Sacar músicas do Youtube

December 25, 2007

Ontem uma amiga minha pediu-me para lhe arranjar umas músicas para uma apresentação natalícia que queria fazer para a família(daquelas com muitas animações e com muitas cores que as meninas sabem fazer…) e eu lá usei as minhas capacidades mágicas (também conhecidas como informáticas) para desencantá-las. Antigamente toda a gente recorria ao eMule ou aos torrents, mas hoje quem domina é o HTTP.

Quase todas as músicas consegui usando o motor secreto do Google para músicas. Não conhecem? Então graças à maravilha do opensearch verifiquem uma seta junto àquela barra de procura do Google no topo superior direito do browser (no Flock é um icon laranja à esquerda do endereço) ou simplesmente cliquem aqui. Adicionem o motor de busca “MP3 search” e agora podem procurar músicas facilmente a partir daquela barrinha! Catita, hein?

Mas havia uma que teimava em não ser encontrada. Caviar do Zeca Pagodinho para os mais curiosos. Mas se tenho o vídeo no youtube, bora por a tocar, ligar um cabo da saída de áudio para o line-in, e toca a gravar! Isto era o que eu fazia há uns anitos, mas hoje seria too much hassle, por isso após umas buscas encontrei uma ferramenta muito nice que me convertia vídeos do youtube para mp3, tudo online. Fiquei todo satisfeito!

Mas melhor, para além do iutubiu aceita também vídeos do metacafé, myspace e google videos ou ainda de ficheiros do vosso computador. Quanto a formatos, exporta para mp3, mas também para outros formatos de vídeo como 3GP (telemóveis), mp4, mpg, mov, avi, Flash (swf e flv), avi com DivX ou Xvid e ainda mp4 para iPod ou para PSP. Um canivete suíço completo para riparem conteúdos do Youtube, que por acaso tem uma base de dados de músicas (e de concertos ao vivo!) brutal! A começar por aqui.

(Atenção, eu não vos encorajo a fazer pirataria! Verifiquem primeiro se o conteúdo que pretendem não tem copyrights! Ou então tapem bem as vossas pegadas ;)

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Mães, não estraguem o Natal das vossas crianças...

December 24, 2007

… obrigando-as a comer Bacalhau no jantar da consoada. Se acham que é tradição e querem-na seguir tudo bem, mas não obriguem as crianças (incluo-me neste grupo) a ter de comer algo que não gostam (certamente há dados estatísticos sobre isto!) num dia que devia ser para comemorar (não é isso que é suposto?). Eu sinceramente não me podia estar mais nas tintas para estas tradições. Não ganho nada com isso, nem percebo o seu sentido. Claro que os mais velhos querem seguir a tradição “porque é isso que faz a nossa cultura” mas a criançada está-se nas tintas para isso. A maior parte das que eu conheço não é cristã, e se diz “Oh meu Deus!” e “Jesus” é porque vê essas expressões como interjeições e não como alusões à mitologia cristã. As que vão a igreja e acreditam naquilo são mesmo uma minoria. Penso que é da televisão e da internet que lhes dão um espírito mais crítico.

É isto e não comer carne na sexta-feira santa que nunca hei de perceber. Até o Ramadão compreendo mais facilmente…

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Econatal

December 18, 2007

Já falei do Buy Nothing Day e venho hoje propor-vos outra prática anti-consumista.

Saltem ali ao lado até ao site do EcoNatal (não, não é o Ecoponto onde se põe o Natal… Ok, piada à Hipertonia, esqueçam!) e informem.se um pouco.

O EcoNatal é uma forma alternativa de festejar o Natal, onde o importante não é o valor económico do que se oferece, o importante é oferecer de forma muito especial: dar um pouco de ti, dar uma prenda ecológica, dar ajudando em vez de destruindo!

Uma ideia muito engraçada e se não têm imaginação para algo mais do que ir ao centro comercial e comprar um produto que esteja nos catálogos todos que recebem, dêem uma voltinha ao dito site, que encontram de certeza dicas de como encontrar um presente engraçado sem gastar os tostões que tanto vos custam a gastar.

Parabéns à minha querida Vânia e ao GAIA pela iniciativa!

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START - Prémio Nacional de Empreendedorismo

December 18, 2007

No caminho de casa para a escola/trabalho pensas muito sobre um projecto? Uma ideia para abrir uma empresa sozinho, ou com uns amigos? Mas é tudo uma ideia para te entreter no caminho, e claro que nunca irás lançar-te nisso, porque envolvia apostar muito dinheiro e a tua carreira, não é?

NÃO, NÃO É! Tens uma ideia porreira e uma possível equipa interessante?, aproveita-a e concorre ao START!

O que é o START? É um prémio nacional que irá ser atribuído a várias equipas com os seus projectos inovadores. Se és empreendedor, concorre que não perdes nada! Para a primeira meta (10 de Março) precisas apenas dos CVs da equipa e de um sumário executivo até 750 palavras. Depois esperas até seres aprovado para a fase seguinte :)

Muito fácil, mas o que é que ganho com isso? O vencedor leva para casa 50.000€ para o capital social, 12.000€ no saldo do 93, 100.000€ para instalar um software porreiro da OutSystems, um curso de gestão de startups para cada membro da equipa e uns amiguinhos no BPI.

Mas as hipóteses de ganhar são remotas! Nem mais! Com toda a gente a pensar assim, vais concorrer e não ter quase concorrência! Mas mesmo que haja e alguns sejam melhores que tu, se ficares entre os 8 primeiros ganhas 3600€ no 93, o curso de startups e mais uns brindes.

Mas com as tuas dicas, toda a gente vai participar!!! Viva o empreendedorismo em Portugal! Mas para não desanimarem as 20 melhores equipas ganham o curso à mesma e mais um software novo para se organizarem.

Bora lá fazer a composição de 750 palavras para descrever a ideia que andam a magicar há meses e que poderá desta vez tornar-se realidade!

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Governos e a religião

December 17, 2007

Está o ateísmo a tornar-se uma religião?

Sinceramente não sei. É capaz de haver pessoas a levá-lo ao extremo, mas há também as outras que simplesmente ignoram.

Eu cá sou da segunda leva. Tudo o que tem a haver com religião, eu simplesmente desligo. Mas há uma coisa que não suporto, é o governo ter certas atitudes relacionadas com a religião.

Tendo em conta que no passado a maioria do país era católico, e como tal o governo suportava-a, mas isso hoje em dia já não é verdade e, pelo que encontrei, datado de 1991:

A partir da publicação do presente decreto com força de lei, a religião católica apostólica romana deixa de ser a religião do Estado e todas as igrejas ou confissões religiosas são igualmente autorizadas, como legítimas agremiações particulares, desde que não ofendam a moral pública nem os princípios do direito político português.

Óptimo, então em Portugal não há uma religião oficial. Nem é dado suporte a qualquer uma (nem financeiro). Óptimo! Então se faz favor alguém me explique os feriados católicos. É que não percebo mesmo!

Tudo bem que as pessoas são livres de praticar a religião que bem entenderem, mas façam-no fora do horário de trabalho. Os feriados não têm sentido nenhum, principalmente porque hoje em dia a maior parte das pessoas já não é praticante activo da religião católica, como era antes. Arrisco-me a dizer que muitos nem sabem o nome de alguns feriados religiosos.

Senhores do Governo, tirem lá esses feriados que diminuem o Produto Interno Bruto.

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Encontro-te no Metro

December 13, 2007

Na última sexta-feira o Metro do Porto comemorou o seu quinto aniversário, e integrado nas festividades encontrou-se o projecto Encontro-te no Metro. Ora aqui o vosso repórter favorito foi entrevistar Dulce Daniel, do 1º ano de Mestrado em Design da Imagem, uma das autoras do registo fotográfico.

Podias-nos explicar brevemente em que consiste o Encontro-te no Metro?

Bem, o projecto foi inicialmente incluído num convite à Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto pela Metro do Porto em que os alunos tinham de apresentar projectos para a comemoração do 5º aniversario do metro. Assim, apresentámos este projecto, que tinha como base dar a voz aos utilizadores e deixar que estes pudessem exprimir os seus sentimentos e desejos. Isto porque no fundo são eles o elemento fundamental destes 5 anos.

Então existiu algum sistema de selecção?

Sim, só no meu mestrado julgo que foram 15 propostas e de toda a faculdade cerca de 100. Penso que apenas 2 foram selecionados.

Podias então contar-nos como surgiu a ideia?

No início a dificuldade foi escolher o trabalho. Tivemos várias ideias e tivemos que optar, mas todas elas procuravam focar as pessoas, os utentes e de alguma forma permitir que fossem eles o elemento chave de ligação. Escolhemos este por ser o mais viável em termos de realização, face ao escasso tempo disponível. Inicialmente queriamos criar um desdobrável com vários textos (que os utilizadores poderiam escolher) para serem fotografados e também uma area onde pudessem escrever a sua própria mensagem. Mas existia um problema. As pessoas têm pouco tempo. Quando estão no metro, nas suas deslocações, não têm muita paciência. Por isso tinha de ser algo mais simples. Assim criámos uma listagem de mensagens, imprimimos o texto em folhas A4 e com uma pequena apresentávamos a listagem aos utentes, eles escolhiam e nós fotografávamos. Assim tornou-se muito mais fácil para todos!

O que me leva a perguntar como era constituído o grupo, e como se organizaram?

Somos 6 pessoas: a Alda, a Mécia, a Marta, a Joana, a Sónia e eu. Numa primeira fase, tivemos de criar as frases. Cada uma dava ideias para conseguirmos uma lista abrangente. Depois dividiamo-nos em grupos de 2 ou 3 para ir tirar fotos (tínhamos várias copias das frases). Fotografámos durante 3 dias! Os grupos de 2 funcionaram bem porque uma de nós ficava com as folhas e a outra fotografava. Depois de termos as fotos todas tivemos que dividir tarefas porque o trabalho ia ser apresentado em 3 formatos (um site, mural em vinil e vídeo para a tv do metro). Assim, nos dias que se seguiram dividimos o trabalho entre nós para conseguir ter tudo pronto. Estivemos até a fazer um site próprio, mas a Metro do Porto sugeriu algo como um blog e eu lembrei-me logo do flickr!

Qual foi a fotografia que mais te marcou? E porquê?

Essa é difícil! Tenho várias, por várias razões, mas vou tentar escolher uma... Eu adoro esta! Acho que se não tivessem as frases conseguíamos perceber na mesma.

Já agora, não tiveram receio que os patrões vissem as fotos dos seus empregados com a frase “Odeio o meu emprego”?

Tivemos algum, mas acho que quando uma pessoa decide assumir assim que não gosta do trabalho, o patrão por aquela altura também já deve desconfiar, não é?

Já agora, qual a tua relação com o Metro?

Eu sou suspeita em tudo o que toca ao metro, porque o adoro simplesmente! Todo o conceito, o funcionamento e principalemente a forma como revolucionou, da melhor forma possível, a vida das pessoas no Porto. Ele funciona muito bem. Não é um eléctrico como muitos gostam de frisar, é um metro misto, de superfície e subterrâneo, que cobre grande parte das necessidades das pessoas aqui. ainda estamos à espera que a rede aumente mas para já é muito bom!

Para terminar, queres acrescentar alguma coisa?

Só talvez que a Metro do Porto esteve sempre muito pronta a ajudar, e adoraram o trabalho (ainda bem para nós)!
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Eitetsu Hayashi & Kaoru Wada - UNLIMITED

December 12, 2007

Mais uma boa OST de um fantástico Anime. Recomendo vivamente e para os cinéfilos mais exacerbados, há o filme Seven Samurai do mestre Akira Kurosawa (no qual este anime foi inspirado) que admito que foi demasiado forte para mim. Mas todos concordam que é um dos melhores clássicos do cinema japonês.

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OpenID em Portugal

December 12, 2007

Lembro-me da última vez que discutimos isto e que na altura o openid.net era geek-only e para todos os outros era simplesmente um caracol laranja. Entretanto já está mais bonitinho e há cada vez mais providers, até mesmo a France Telecom alinhou nesta onda. E na Estónia, há um openid associado a cada BI electrónico, e vão suportar os cartões belgas, finlandeses, espanhóis e… Portugueses! Ou seja, para ter um openID associado ao novo Cartão do Cidadão, tenho de recorrer à Estónia?

Ontem estive com o Ricardo (aka Mr. Zone41) a instalar e acomodar o plugin wp-openid no blog dele. Facilita bastante a vida, porque dei permissão uma vez para utilizar o meu openID no blog dele, e agora é só escrever o comentário e OK, o Seatbelt trata do resto. E o mais giro é que serve para me logar numa data de outros sites.

Com isto, fico a pensar que com um suporte híbrido (tradicional e openID em simultâneo) já chegou a altura para começar a implementar isto nos sites e blogs dos so-called “early adopters”, ou seja, a malta geek ou com gosto por estas coisinhas. Por isso se tiverem um blog Wordpress, não custa nada suportar também openID! Instalem o plugin que mal não faz (se tiverem dúvidas, falem comigo) e começem também a usar! Para quem tem outra coisa (como sistemas homebrew como eu) também tem direito a suporte ;)

Quando a providers, existem uma data deles, basta escolher da lista. Recomendo os dois que uso: o ClaimID que também junta toda a vossa informação numa página, e o MyOpenId, o pioneiro e que ainda presta um serviço muito bom. E agora a surpresa: Quem tiver um mail no Sapo, pode também ter conta OpenID associada. basta ir a openid.sapo.pt e escolher um username. Aviso que o serviço é experimental, mas é um bom avanço para o OpenId em Portugal. Ficam também umas dicas para a malta que está a trabalhar nisto: para álem do tema assapado e do texto explicativo do openid, que decerto que já está planeado, sugiro vivamente encurtar o endereço openId de cada pessoa. A ideia é ter uma coisa curta que se prefira usar a um username/password. openid.sapo.pt/user/alcides é enorme para mim! Tirar o user do meio ajudava bastante ;) Ah, e a página de identidade é um pouco pobrezinha. Últimos posts do blog, fotos, tags e quem sabe até o link para o profile do Spot...

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Frase do dia

December 09, 2007

… dita pelo meu avô, de quase 90 anos:

O dinheiro que eles andam a gastar naquela cimeira dava para matar a fome a muitas crianças lá de África.

Realmente, pelo que sei, nestas reuniões de estado são luxos atrás de luxos, quando um dos problemas que pretendem corrigir é a pobreza.

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Tecnonov 2008

December 09, 2007
O Tecnonov tem a sua segunda edição agendada para dia 2 de Fevereiro no Fnac de Coimbra à semelhança do ano passado.

Estive presente na primeira edição e gostei muito das apresentações e sobretudo do espírito que deixou em nós que nos levou posteriormente a organizar o take off. Espero que este ano venham apresentações tão ou mais interessantes, e que se alcance melhor o público não-técnico, algo que na minha modesta opinião, poderia ter sido melhor alcançado o ano passado. Mas o local é uma boa escolha para o efeito.

É um evento a que recomendo que vão até porque podem ter a sorte de eu vos pagar um cafezito, quem sabe… Para novidades sobre o evento, podem seguir o twitter tecnonov e quem estiver já com ideias de aparecer, inscreva-se na rede social destinada ao evento.

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As we speak...

December 07, 2007

Parece que as alternativas não são tão fiáveis quanto isso.

Mas pronto, sempre é o único serviço a sério de blogs a nível nacional.

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A Praxe...

November 29, 2007

Soube pela minha mãe que deu entrada hoje no hospital onde ela trabalha um rapaz da agrária que durante a praxe, se atirou para uma fossa (como lhe foi dito para fazer) e, felizmente não morreu, mas por causa de um problema na medula vai ficar tetraplégico.

Esta não é a primeira e, infelizmente, nem será a última vez que acontecem coisas destas e nem vou falar nas casualites da Queima e muito menos nas gravidezes indesejadas. Deixo uma mensagem para os caloiros: Vocês são pessoas com cérebro e não bestas como os doutores vos querem fazer pensar que são! Se gostam da praxe e alinhar nas brincadeiras aproveitem, mas vejam sempre o limite. Aproveito e deixo também uma mensagem aos senhores doutores: Pensem primeiro no sentido da praxe, de integrar os caloiros antes de qualquer praxe. Pela experiência que tenho, isto raramente acontece.

Já oiço as vozes de contestação dizerem “Ah, isso foi um idiota qualquer e a praxe não é assim, é uma coisa muito mais leve e tal….“ Eu não disse que eram todos assim, mas é um facto que estes casos acontecem (podem não ser tão extremos) e penso que já têm todos idade para terem juízo (tanto doutores como caloiros).

Eu cá não sou a favor da praxe. Acho que não faz sentido nenhum essas tretas que eles fazem de praxar os caloiros. Querem fazer os caloiros unirem-se através do medo que têm dos doutores, dizem eles… Penso que há maneiras bem mais inteligentes de integrar os caloiros e que eu tento praticar. Não é preciso pô-los de quatro na relva… Considero isso uma coisa inaceitável, mas se eles alinham, isso é lá com eles.

A praxe do meu departamento não é nada como no resto da Universidade de Coimbra e muito menos como na Agrária, acontece no primeiro dia e no jantar de curso e depois só quando alguém se lembra de vir trajado. Pois, o traje… A ideia de uniformes para não haver distinção entre os ricos e os pobres… Quando um traje é caro e ainda por cima é todo formal (camisa, colete, gravata e sapatos…) não dá vontade nenhuma de o comprar. Prefiro as minhas roupas confortáveis e que cada pessoa tenha o seu estilo. É bom a diferenciação!

Outra das coisas que não concordo é o facto de ter uma hierarquia consoante o número de matrículas. Não é por créditos feitos ou pelo ano em que andam, é pelo número de matrículas e o Chefe daquela seita estudantil é o Dux, um tipo com mais de 10 matrículas que ainda por cima tem um ordenado mais ou menos duvidoso da Associação Académica por ser Dux… Felizmente com as prescrições isto vai acabar.

Esta é só a minha opinião sobre a Praxe, se não concordam e até gostam, tudo bem, mas tenham cabecinha para não acontecerem mais casos destes por favor.

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Odette Toulemonde

November 28, 2007

A convite de uma amiga voltei ao cinema, que já não visitava há muito, um pouco por falta de filmes interessantes. Fui mais pela companhia e nem sabia o filme que ia ver, mas tive uma surpresa bastante agradável. O filme era bastante divertido e tomava caminhos inesperados. Para saberem mais sobre a história, o sapo oferece-vos o trailer.

Eu sou bastante esquisito quando toca a cinema francês. Normalmente apanho enormes secas, mas há uns poucos que são os que me proporcionam as surpresas mais agradáveis. Já ando pelos cabelos por comédias românticas, filmes de acção (die hard’s e afins), filmes de teenagers e outros estereótipos que não são nada de especiais. Este filme, à semelhança de 8 femmes que também recomendo, tem um estilo bastante peculiar (um pouco semelhante ao de O Fabuloso Destino de Amélie Poulain) e que realmente dá gosto de maneiras diferentes.

É um dos poucos filmes que valem os 4,40 euros que damos para entrar naquelas salas e portanto, recomendo vivamente a todos.

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Laptop para as aulas

November 27, 2007

Tendo em conta a actividade que mais desenvolvemos durante as aulas, se calhar em vez do Macbook preto (com 2Gb de memória) devia ter comprado a fantástica peça de hardware que dá pelo nome de xbox 360p:

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iPhone, gPhone e agora o nPhone!

November 26, 2007

Primeiro telemóvel nacional

Wooooooow… Portugal anda a evoluir e já fez um telemóvel! A empresa em questão é a NDrive conhecida pelas suas soluções de navegação. Depois de dispositivos GPS, e de Pocket PCs da HTC e Mio, decidiram lançar eles próprios o NDrive S300.

Este dispositivo, já apelidado de NPhone, é um Pocket PC tradicional com Windows Mobile 6, GPS integrado, teclado virtual, bluetooth, camera, e essas coisas todas que já esperávamos. E características inovadoras? Só o facto de ser anunciado como “o primeiro telemóvel português”, o que nos enche de orgulho. Orgulho esse que é engolido quando se lê que é produzido na China…

Mas mesmo assim é muito saber que um produto português vai ser entrar no mercado internacional. E em terras lusas é livre de operador!

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Democracia...

November 24, 2007

Eu desde o 10º ano que sempre me meti em listas para associações de estudantes. Umas vezes ganhei, outras perdi, mas cheguei mesmo a Presidente no meu último ano na secundária. Não por regalias (como faltas justificadas ou fases especiais para exames) até porque nunca usufruí disso, mas por gosto e vontade em fazer melhor.

Ora este ano para a Direcção Geral da Associação Académica de Coimbra (responsável por representar 18 228 alunos, vários edifícios, manter as 25 secções desportivas, 15 secções culturais e muito mais!) uma das listas que se candidatou para além de não apresentar nenhum plano concreto, apresentou flyers parvos onde listava o que NÃO ia cumprir, a sua organização era em pelouros tentando fazer piadas com os nomes, e slogans sem nexo nenhum.

Eu acho de mau tom estas brincadeiras, porque só demonstram que não dão qualquer valor à democracia, nem à associação em causa (mas depois na altura da queima das fitas vão se lembrar dela para tentar arranjar convites à pála…). Se se candidatam é porque acham que têm capacidade de fazer melhor, coisa que nem se mostram interessados em fazer… Isto realmente ofende a quem participa nestas coisas por gosto e tenta melhorar o sistema académico. Sinceramente gostava que eles ganhassem, para depois enterrarem aquilo tudo e ficarem na consciência que não deviam ter brincado com uma coisa tão séria. Mas pronto, ainda bem que a maior parte das pessoas tem consciência e vota numa das listas que apresenta planos para melhorar.

E isto extende-se à política em geral. Toda a gente diz mal dos políticos, mas graças à maravilha com que vivemos que se chama Democracia, é a maioria dos portugueses que os escolhe. E quem não estiver de acordo com nenhum, pode votar em branco, ou então o que eu recomendo, que se sabe o que é melhor para o país que forme um partido (ou se junte a um existente) e se candidate para aplicar as suas ideias. Afinal é essa a liberdade que temos!

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O Backstage do Palco Principal

November 19, 2007

Há uns tempos conheci o Pedro Trindade e queria fazer-lhe uma carrada de perguntas, e aproveitei para fazer uma entrevista, não que me ache um jornalista, mas porque acho que as respostas seriam interessantes para outras pessoas.

O Pedro é o responsável pela tecnologia e desenvolvimento do Palco Principal, do qual já aqui falei, e tirou o curso de engenharia electrotécnica e de computadores ao mesmo tempo que trabalha como freelancer. Teve ainda uma pequena passagem pelas telecomunicações da EDP, antes de se dedicar a full-time no Palco Principal.

Conta-nos um pouco da tua entrada no Palco Principal e do estado em que estava.

Fui um dos fundadores do Palco Principal. Comecei a trabalhar no desenvolvimento do Palco Principal quando este era ainda Homestudio. Para quem não conhece, o Homestudio era um serviço de divulgação de bandas independentes, criado em 2000, que permitia às bandas o upload de uma foto, escrever uma apresentação, colocar músicas para download, comentários, etc.. A ideia era migrar o Homestudio para uma plataforma moderna e torná-lo numa aplicação “web2.0”.

No início do projecto, tomaram em consideração o sucesso que poderia alcançar, ou foram fazendo à medida? E têm tido dificuldades em escalar, agora que o número de utilizadores já passa os 13000?

Sim, nós perdemos algum tempo a tentar escolher uma plataforma de maneira que fosse fácil no futuro escalar a aplicação. Escolhemos a Framework de PHP Symfony que pela sua arquitectura nos permite muita flexibilidade. Neste momento o Palco Principal ainda “cabe” numa única máquina, mas o limite está prestes a ser atingido…

A quem está agora a começar o seu projecto para a web, o que aconselhas a avaliar na escolha da plataforma ou tecnologia?

Existe sempre muita discussão quando se fala em plataformas e tecnologias. Penso que a escolha deve depender dos recursos e conhecimentos disponíveis para cada caso. Neste momento as plataformas mais conhecidas estão praticamente ao mesmo nível. Dito isto, quero dizer que na minha opinião pessoal, se eu tenho classes PHP disponíveis para praticamente todos os problemas, se é relativamente fácil encontrar developers para PHP e se tenho disponível uma framework poderosa como o Symfony, parece-me óbvia a decisão a tomar.

O facto de ser centrado numa comunidade, em que pontos tem ajudado no crescimento do Palco, e em que momentos tem dificultado o mesmo?

A comunidade tem-nos permitido crescer pela força da divulgação “boca-a-boca”, ainda não foi feito qualquer investimento em publicidade. O facto do sistema se centrar no utilizador, fazendo valer a opinião e tendências da maioria, pode ser benéfico, no entanto, essa auto-regulação pode não funcionar de forma eficaz com universos (ainda) pequenos como o nosso, em que a comunidade regular (com mais de 4 visitas semanais) anda à volta de 26000 pessoas. Pequenos desvios nos comportamentos habituais dos utilizadores fazem-se sentir bastante e podem ter alguns efeitos indesejados. A ideia é complementar o sistema com mecanismos de regulação automática, apoiados de forma indirecta por variáveis que meçam o comportamento dos utilizadores.

A nível de relação com empresas, têm sentido que ser uma empresa centrada numa comunidade vos tem dificultado em alguma medida?

Na minha opinião acho que as empresas estão, lentamente, a começar a aperceber-se do potencial destes novos mercados e modelos de negócio.

Tenho notado que o Palco Principal está em constante evolução. Poderias partilhar connosco onde vais buscar as ideias para as novas features? Ou têm algum plano traçado a médio prazo?

Sim, existe um plano a médio prazo, claro que não é nada rígido, se nos aparece uma ideia que achamos que teria interesse implementar rapidamente, interrompemos o plano. Tentamos estar atentos ao melhor que está a ser feito no Mundo e tirar daí ideias.

Já agora, como te mantens actualizado sobre o mundo da tecnologia que se movimenta à velocidade da luz?

Bem, eu “perco” cerca de uma hora por dia no Google Reader. Devo ter mais de 100 feeds subscritas (incluindo a tua), penso que é a melhor maneira, se não a única, de nos mantermos ao corrente do que se passa.

Para terminar, como vês o futuro do palco principal no dia a dia dos portugueses daqui a 1 ano?

É difícil falar nisso sem revelar planos futuros. Seguramente um Palco Principal menos centrado no seu site, explorando alternativas que permitam uma melhor divulgação dos projectos musicais...
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Desabafo sobre a mediocridade

November 18, 2007

Dia sim, dia não, lá chego a casa todo frustrado, aborrecido com a mediocridade das pessoas com quem convivo no dia a dia. Por um lado, talvez seja culpa minha (de ser tão smart Dense, Difficult, and Frustrating), mas concordo perfeitamente com o Inóspito em como as pessoas estão cada vez mais iguais. Noto nos meus colegas que tudo quer tirar o curso com notas não muito más, ir bebendo uns copos pelo caminho e depois arranjar um emprego jeitoso para subir na vida.

Noto isto a nível da Universidade de Coimbra, e pelo que tenho falado com malta de outros lados, acontece por todo o lado. Por exemplo no meu curso, Engenharia Informática, a maioria nunca programou uma linha de código que não fosse para um trabalho. E muitos nem sabem o que é um RSS feed! (Mas provavelmente sabem qual os requisitos mínimos de gráfica para o último FPS que saiu para o mercado).

Acho que é necessário as pessoas quererem diferenciar-se e apostarem em certas áreas e em projectos pessoais! É certo que o Ensino Superior não incentiva à Criatividade (até pelo contrário, eu tenho sentido na pele que dificulta a quem quer fazer alguma coisa de diferente!), mas uma pessoa não pode estar à espera que façam tudo por ela. Existem inúmeras oportunidades, e mesmo que não existissem, podemos sempre criá-las! É tudo uma questão de imaginação e força de vontade.

Depois é normal que esta mediocridade afecte o empreendedorismo em Portugal e não haja o número de startups que há noutros países, por exemplo. Acho sinceramente que a mentalidade portuguesa não está orientada à inovação, mas à normalização. E isto é aquilo que me entristece.

Felizmente existem aí muito bright people que tenho o prazer de conhecer e de saber que estão a fazer alguma coisa para mudar esta situação e cada vez mais os aplaudo!

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Nova lei sobre as rádios

November 14, 2007

Soube pelo Dextro que foi aprovada recentemente uma lei que obriga a que as rádios nacionais passem uma certa percentagem que pode ir até 60% de música portuguesa e ainda 35% de música com menos de 1 ano.

Em relação aos 35% de música recente não vejo razão para a imposição, pois cada rádio deveria ter o direito a escolher a música que passa, independentemente da data do lançamento. Não vejo rádios como a Antena 2 ou a M80 a introduzir nas suas playlists músicas com menos de um ano. Algo me diz que o que vão fazer é passar interpretações recentes das músicas de sempre e voltamos ao mesmo.

Em relação à música portuguesa, acho bem que se promova os artistas nacionais como há rádios como a Best Rock e a Antena3 a fazer. Mas acho que este nacionalismo é uma coisa que se tem de incutir e não de obrigar! E claro que se as rádios não passarem músicas portuguesas, não há impedimentos para não a ouvir, com as várias alternativas que temos online.

Aproveito para deixar aqui uma recomendação que o Noori me deixou para frequentar A Trompa, um blog sobre música portuguesa e, imaginem só, até tem uma compilação.

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Dia Mundial da Usabilidade

November 08, 2007

Já aqui tenho fa